“Eu saí de carro em um dia de chuva de granizo, e o carro ficou todo arranhado. Mas, quem escolheu sair de carro nesse dia? Eu escolhi; por isso a responsabilidade é unicamente minha. Não me canso de repetir: você não é uma vítima indefesa das influências nefastas do espaço sideral. Eu sei que pode ser difícil ouvir isso, e talvez você até fique com raiva de mim, mas preciso dizer a verdade: você está onde se coloca.”
Sri Prem baba
sábado, 13 de fevereiro de 2016
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
Imagine que alguém te insulte. Diga a você mesmo, "Esta pessoa me deixa brava. Mas o que é essa raiva?". Ela é um dos venenos da mente que cria karma negativo, levando a intenso sofrimento.
Confrontando raiva com raiva é como seguir um lunático que salta de um penhasco. Será que preciso ir junto? Enquanto ele é louco por agir dessa maneira, mais maluco ainda seria eu fazer o mesmo."
[...]
Somos todos como atores em uma peça de teatro que se confundiram com seus personagens; por isso vemos uns aos outros como amigos ou inimigos. Uma vez que compreendermos isso, é irrelevante se as pessoas são conhecidas ou desconhecidas, feias ou bonitas, amáveis ou não. Em vez de classificar as pessoas, podemos apreender a superar os limites da nossa compaixão e a tratar todos os seres com a mesma bondade, com paciência e compaixão, ao invés de raiva e apego." - Chagdud Tulku Rinpoche
Retirado do Insta: @budismo
E como amo os textos de Flávia Melissa:
''A vida é um eterno Orai e Vigiai. Temos de estar 100% atentos à todas as atitudes e decisões que tomamos em função do medo e não do amor. É só se distrair por um momento e lá vamos nós: fazendo escolhas baseados nos "e se's" de todos os nossos receios e fragilidades. A saída é: orar e vigiar. Voltar para o centro. Estar atento. Lembrar que estamos aqui graças ao amor, feitos de amor e que, como diz a canção-poesia, sem amor nós nada seríamos. Devagar e sempre. E para sempre. Amém.''
''A vida é um eterno Orai e Vigiai. Temos de estar 100% atentos à todas as atitudes e decisões que tomamos em função do medo e não do amor. É só se distrair por um momento e lá vamos nós: fazendo escolhas baseados nos "e se's" de todos os nossos receios e fragilidades. A saída é: orar e vigiar. Voltar para o centro. Estar atento. Lembrar que estamos aqui graças ao amor, feitos de amor e que, como diz a canção-poesia, sem amor nós nada seríamos. Devagar e sempre. E para sempre. Amém.''
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